O que fazer em Budapeste: Roteiro de 2 ou 3 dias na cidade 18



Hoje no blog conto como foi nosso roteiro de viagem por Budapeste, listando todos os pontos de interesse para você montar sua viagem de forma independente. Ficamos 3 dias inteiros na cidade, além da tarde da chegada (viemos de avião desde Roma) e da manhã de saída (pegamos trem para Praga). Para aqueles que tem menos tempo (ou viajam com mais pressa) pode ser feito em 2 dias. O ideal, para o meu estilo de viajar, são 3 dias na cidade. No post, além de mostrar os pontos turísticos, vou dar dicas de onde se hospedar, onde comer (restaurantes e comida de rua), qual época do ano visitar Budapeste e ainda dicas do transporte público na cidade.

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O que visitar em Budapeste? As principais atrações turísticas, dicas gerais e curiosidades

Séculos atrás as regiões de Buda e Peste eram cidades diferentes – após períodos de domínio por vários impérios (romanos, otomanos e depois os Habsburgos) e com o crescimento e desenvolvimento econômico, Budapeste estabeleceu-se como cidade em 1873. Durante a 2ª Guerra Mundial, o território húngaro sofreu ocupação nazista e milhares de judeus húngaros foram enviados a campos de concentração na Polônia. Nas décadas seguintes, anos de ditadura comunista. Felizmente no final da década de 1980 o país começou uma transição para a democracia. Desde então, a população vem rejeitando nas eleições partidos tanto de extrema direita como extrema esquerda. Apesar de tantos períodos conturbados, hoje a cidade é 100% segura para turistas. Me senti à vontade para fazer os passeios na cidade, é tudo bem tranquilo.

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Após o resultado favorável no referendo popular em 2003, a Hungria ingressou na União Européia em 2004. Ainda não adotou o Euro, sua moeda é o Florim (Forinte húngaro). Para minha viagem, calculei 3,25 EUR  = aproximadamente 1000 florins. Para turismo, é uma das cidades mais baratas da Europa. Tendo viajado várias vezes nos últimos anos e para os mais variados países, é realmente um destino de bom custo x benefício. Bons hotéis, restaurantes e passeios bem mais em conta do que em outras capitais européias.

Um ponto a favor de Budapeste com relação à Praga (já que geralmente os brasileiros visitam as 2 na mesma viagem): é uma cidade mais original, me pareceu mais sossegada e menos turística. Com relação ao idioma, na parte turística você não terá dificuldades pois a maioria das pessoas fala inglês razoavelmente bem (o forte sotaque às vezes dificulta um pouco). Mas o idioma húngaro realmente é bem complexo para nós.

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Eu não tinha muita expectativa com relação a Budapeste, mas me encantei com o prédio do Parlamento (para mim um dos mais belos edifícios do mundo), com os restaurantes com vista para o Castelo de Buda, e suas ruas limpas e tranquilas. Vale lembrar que o bairro do castelo, as margens do rio Danúbio e a Andrássy foram reconhecidos pela Unesco como world heritage. O que estragou um pouco a viagem e provocou certo desencantamento com a cidade foi um perrengue no transporte público (conto mais adiante) e o fato de as pessoas não serem muito amáveis. Claro que com um passado sofrido desse, a gente até entende, mas conversamos com algumas pessoas simpáticas e outras bem rabugentas.

Visitamos vários pontos turísticos em Budapeste. Foi uma viagem bem proveitosa pois tivemos bastante tempo na cidade. Exploramos toda a região exclusiva para pedestres, cortada pela Váci Utca. Na região tem muitas opções de restaurantes, compras e hotéis.

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A Praça Vörösmarty, com seus restaurantes, cafés e lojas:

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A Promenade do Danúbio é uma região que concentra vários restaurantes e uma linda vista do Castelo de Buda e da Ponte das Correntes, sem contar que é ótima para uma caminhada. É uma região movimentada e segura. Nessa região tem várias estátuas. Assim como em Bratislava, tem várias espalhadas pela cidade.

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Nas margens do Danúbio também está uma obra bem interessante, Cipők a Duna-parton (Shoes on the Danube Bank) –  vários pares de sapatos em ferro que simbolizam os judeus mortos durante o período da II Guerra Mundial. Antes de serem mortos, tinham que tirar seus sapatos  e então seus corpos eram jogados no rio. Inaugurado em 2005, este memorial é para a gente visitar e refletir.

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A Ponte das Correntes (ou Chain Bridge ou Széchenyi Lánchíd) é um dos cartões postais da cidade e te levará até o funicular, que por sua vez leva ao topo do Castelo de Buda. Do castelo você tem uma vista panorâmica da cidade.

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O funicular funciona todos os dias das 7:30h às 22h, partindo com intervalos de 5 a 10 minutos. Custa 1200 Huf para apenas um lance, ou 1800 ida e volta. Há descontos para crianças e grupos.

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Ponte das Correntes vista do Castelo de Buda!

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O Castelo de Buda, visto do outro lado do Rio Danúbio:

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Mas em minha opinião, a vista mais bonita da cidade não é a partir do castelo, mas do Bastião dos pescadores (Fisherman’s Bastion), onde também está localizada a Igreja Matthias. Dá uns 10 minutos de caminhada do Castelo de Buda até lá. A visão do prédio do Parlamento é privilegiada deste ponto.

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Para visitar o Parlamento de Budapeste, além do edifício em si que externamente é maravilhoso, recomendo uma visita interna, para saber mais detalhes da história e da política da Hungria. Há tours em vários idiomas, nós escolhemos em Inglês. A visita dura 1h e pode ser adquirida na hora (às vezes não tem horário disponível, não recomendo esta opção) ou pela internet – foi o que fizemos, acessando o site www.jegymester.hu Você receberá o voucher no seu e-mail. É só imprimir e levar no dia! Ainda no Parlamento, presenciamos a troca da guarda. Para saber mais, visite o site do Parlamento: http://latogatokozpont.parlament.hu/en

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A bela Basílica de Santo Estevão (Szent István Bazilika) tem este nome em homenagem ao 1º Rei da Hungria. Além da visita interna, super recomendada por ser lindamente decorada, você pode subir na torre da Igreja e ter uma vista panorâmica de Budapeste de outra perspectiva!

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Ao fundo, os prédios remanescentes da era comunista, comuns em várias cidades do leste europeu  – quadradões, funcionais, os chamados panelaks – vimos iguais em Praga e Cesky Krumlov, na República Tcheca, e em Bratislava, na Eslováquia.

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E o magnífico e onipresente prédio do Parlamento!

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Perto dali, as praças Deák ferenc e Erzsébet tér, praticamente grudadas uma na outra viraram um grande parque. Tem até uma roda gigante. Há lanchonetes, muita área verde, moradores em horário de almoço e muitos jovens.. pois tem pistas de skate e parece que os grupos de amigos se reúnem por ali.

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Mais afastados do centro, pegamos o metrô e fomos até a Praça dos Heróis (Hosök Tere), cujo monumento exalta grandes personalidades da história húngara.

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Também um pouco afastado do centro, mas que merece uma visita é o Parque da Cidade (Városliget), parque muito legal e ainda estava rolando uma feirinha de artes, junto com um festival de comida de rua!

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Que escultura mais sinistra!

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Barraquinhas de comida espalhadas pelo parque!

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E até o carrinho que percorre o parque enquanto você admira a paisagem e bebe uma cervejinha!

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Para quem busca uma opção de passeio mais sofisticada ou deseja fazer compras em Budapeste, a Andrássy é a avenida mais elegante da cidade. Ao andar por suas calçadas perfeitas com jardins impecáveis, cercadas de lojas de grifes e bons restaurantes, imediatamente percebemos que esta é uma área nobre da cidade. Por ali também se encontra o bonito edifício da Ópera de Budapeste.

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O que nós não fizemos em Budapeste? Bom, nós não quisemos fazer passeios de barco (disponíveis diurno e noturno) e nem conhecer as famosas termas (Széchenyi, Gellert, etc). Por opção nossa, e não por falta de tempo.

Onde se hospedar em Budapeste?

A melhor região para ficar em Budapeste em minha opinião é na rua mais turística Váci Utca e arredores. Você terá restaurantes, lojas, farmácias, shoppings, casas de câmbio a poucos metros, fora que para quem gosta de caminhar dá para ir em vários atrativos a pé mesmo. Ainda tem 2 estações de metrô próximas e 1 ponto de tram a poucos minutos de caminhada. Ficamos no hotel Mercure Budapest City Center. Não poderíamos ter escolhido lugar melhor. Pegamos uma excelente tarifa (Budapeste tem tarifas de hotéis das mais baratas na Europa!) e pagamos nossa estadia quase integralmente com vouchers Le Club Accor. Ficamos por 4 noites. Os funcionários eram educados e apesar do inglês meio complicado deu para a gente se entender. Ganhamos upgrade de quarto e também acesso ao lounge Mercure Privilege. O quarto era enorme, com tudo o que precisávamos. O banheiro era antigo, mas estava limpo e com tudo funcionando, não comprometeu nossa estada.

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Fomos bem tratados. Ganhamos uma cesta de frutas e docinhos na chegada. Água mineral de cortesia, reposta diariamente (fundamental isso, deveria ser obrigatório!) e cápsulas de Nespresso (mas eu não tomo café !).

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Como eu havia dito, ganhamos junto com o upgrade o acesso para o Mercure Privilege, um lounge com acesso restrito que disponibilizava todas as tardes comes e bebes para os hóspedes gratuitamente. Como o café da manhã também estava incluído na diária, nossa rotina era dividir os passeios turísticos em 2 partes, pela manhã e à tarde, passando no hotel para aproveitar o lounge entre um passeio e outro e depois à noite saíamos para jantar. Havia bolos, frutas, mini sanduíches,sucos, água, vinho e champagne. Tudo fresquinho.

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A Váci Utca à noite e a fachada do Hotel:

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Onde comer em Budapeste? Restaurantes e Cafés

Não imaginei que Budapeste seria uma cidade tão agradável para sair para jantar ou mesmo para fazer uma pausa no passeio para conhecer um Café bacana. Fui surpreendida positivamente. Desde os restaurantes com vista para  castelo de Buda na Promenade do Danúbio até a comida de rua.

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Um dos pratos mais comuns por aqui é o goulash de carne com galuska (Spätzle), uma massa com textura de macarrão com formato de nhoque. Em todo restaurante tem!

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Café Gerbeaud: um clássico da cidade! Me lembrou os cafés de Viena. Os preços são um pouco mais salgados do que a média, mas é muito charmosos e com delícias super bem apresentadas!

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Restaurante Dunacorso: bem turístico, mas bem aconchegante e com vista para o castelo de Buda. Tem música ao vivo e pratos variados com preço bom. Gastamos 39 EUR para o casal, com bebidas e gorjeta incluídos.

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Restaurante Dubarry:  Também na Promenade do Danúbio. Comemos um prato típico, Paprikás csirke e galuska. Frango ensopado com molho páprica e a galuska (massa de macarrão, só que com formato de bolinhas). Eu ainda pedi 1 água e meu marido uma cerveja. Total 35 EUR, com gorjeta.

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Um lugar que sempre vou quando viajo é o Hard Rock Cafe, em Budapeste também tem! Gosto dos drinks adocicados e do cardápio variado, além do ambiente informal e geralmente com bandas tocando um bom rock!

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Comer barato em Budapeste

Fomos parar no parque da cidade (Városliget) no último dia da viagem, lá tinha muitos food trucks e barraquinhas, com várias opções mesmo!

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Um dos símbolos de comida de rua da Hungria! Lángos! É uma massa frita com queijo ou outras coberturas…é bem barato e bom (mas é gordice, super calórico).

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Outro símbolo da comida de rua em Budapeste é o Kürtoskalács, que na Eslováquia e na República Tcheca conhecemos como Trdelník! Massinha assada e com muito açúcar. Também é gordice , e se você for no verão, pode comer com sorvete!

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Quer economizar? Então supermercados são sempre uma opção!

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Qual a melhor época para visitar Budapeste?

Uma coisa coisa que eu SEMPRE vejo quando vai viajar é a quantidade de CHUVA no mês que pretendo ir. É a coisa que mais me irrita em viagem. Neste gráfico do site weather-guide.com você pode ver que em Budapeste não chove muito não. Tem uma média de 30 mm a 60mm o ano todo. Eu fui em maio, primavera, e não peguei um dia de chuva sequer. Somente umas gotinhas durante 20 minutos. Acho que dá para aproveitar a cidade o ano todo. Só no inverno que as temperaturas caem muito, se você não gosta de frio, evite os meses de novembro a março.

Weather-Budapest

 

Transporte público em Budapeste

Usamos basicamente trams, metrô e muita caminhada em nossos deslocamentos pela cidade. Para aeroporto e estação de trem, usamos os táxis (FoTaxi) amarelos, oficiais. Os motoristas falam inglês e os carros são novos e confortáveis.

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Uma das coisas que gostei e que não esperava foi o fato de Budapeste ter muitos ciclistas. Vimos bikes em todo o canto da cidade.

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Ônibus não foi necessário para os pontos que quisemos visitar, e mesmo se precisasse, não animei muito não…super antigos, esse da foto deve ser da época do comunismo!

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Os tickets para o transporte público você compra nas máquinas automáticas.

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Cada vez que for utilizar o transporte você deve validar o ticket, que ficará com um furo. Veja na foto tickets novos à esquerda, e validados/utilizados à direita.

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Máquina de validação.

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Entrada do metrô, com a plaquinha M em preto:

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O metrô de Budapeste é o mais antigo da Europa continental e o 2º mais antigo de toda Europa (ficando atrás somente do de Londres). Algumas linhas são mais modernas…

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…mas andei nesse mais antigo e me senti em um brinquedo de parque de diversões daqueles bem toscos… parece que o negócio vai descarrilhar a qualquer momento. Balança e faz um barulho terrível. As escadas rolantes me chamaram a atenção, são enormes!

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E claro, o perrengue que ficou como história de viagem. A foto abaixo é da multa que recebemos em uma situação ridícula (não achei outra palavra). Isso nos causou um prejuízo total de 50 EUR. Acontece que entramos no tram na estação mais próxima ao nosso hotel para começar um passeio. O tram estava bem cheio, e uma senhora bem debilitada na frente do validador. Então eu ia aguardar o tram fazer uma pequena curva para pegar o meu ticket e do meu marido para validar e pedir licença para ela. Tudo isso foi uma questão de menos de 1 minuto. 2 caras abordaram a gente, perguntando dos nossos tickets. Tivemos que descer do trem, e eu não tinha me ligado que eram fiscais porque não estavam uniformizados, fique algum tempo pensando se era algum golpe, sei lá.

Depois de bate-boca, muita choradeira, explicações em vão, pagamos a tal multa. O que me deixou P* da vida foi a forma como fomos abordados. Não queríamos dar  de espertos porque compramos não 1 ticket para cada, mas 10 tickets (!!!), que inclusive mostrei para o fiscal. Se eu quisesse burlar alguma coisa eu teria somente um, para usar a viagem inteira. Enfim, durante a “conversa”, me senti naquele filme do Liam Neeson (Taken), onde tem vários caras toscos do leste europeu. Esses fiscais são herança da burocracia comunista e deveriam atuar no sentido de orientar os turistas, mas só querem nosso dinheiro. Sim, porque eles viram que éramos turistas e fizeram questão de extorquir a gente. Depois, observando, vi que eles já ficam nos pontos e quando veem turistas, sobem nos trams e ficam na cola, sem nem dar tempo de as pessoas validarem o ticket e eles poderem praticar esse roubo! Então ALERTA para não terem o mesmo prejuízo que a gente!

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18 pensamentos em “O que fazer em Budapeste: Roteiro de 2 ou 3 dias na cidade

  • Priscila

    Olá, tudo bem?
    As maquinas de validação do ticket do metro ficam dentro do trem? Estou em dúvida entre o Ibis Centrum e o Ibis City, qual desses tem a melhor localização? Obrigada!

    • Erika Autor do post

      Oi Priscila, no metro a validacao é feita nas maquininhas na estacao, na entrada da estacao e em algumas paradas na plataforma de embarque. No tram eles ficam do lado de dentro do tram. Com relaçao a esses 2 hoteis que voce citou, pelo que vi ambos ficam perto de estacao de metrô e a uma distancia similar das atracoes principais. Acho que pode ver as avaliacoes pelo booking.com e ver qual tem melhor nota ou melhor avaliacao no quesito que voce mais valoriza – localizacao, preço, arredores, enfim…
      Se for efetuar a reserva, pode fazer aqui pelo nosso site, atraves dos banners e caixa de pesquisa do booking.com. Voce não paga nada mais por isso, alem de ajudar a gente com uma pequena comissao para mantermos nossas materias do blog em dia 😉 qualquer outra duvida é só falar! Boa trip!

  • Bianca Lazzaretti

    Essa coisa com o transporte público aconteceu comigo em Nice! Tudo muito armado e planejado para roubar turista. Fiquei com muita raiva… nem consegui apreciar o lugar 🙁
    ótimas dicas de Budapeste! 🙂

  • Adelia Gasnier

    Adoraria ir para Budapeste no ano que vem, em Junho. Por que Junho? Vamos para Lisboa para um compromisso que não dá para ser mudado. Senão escolheria outra época. Minha família é húngara, daí esta vontade louca! Adorei suas dicas e conheço todas as comidas que vc comentou! Amo! Minha avó e minha mãe faziam, que saudade! Aceito mais dicas e sugestões. E vocês conhecem a Sérvia?

    • Erika Autor do post

      Oi Adelia, que legal que gostou da nossa matéria e ainda viu as comidinhas da Hungria por aqui, gostamos bastante 😄
      Acho que voce deveria ir sim, independente da época, se Junho é que vc tem, entao vá sim 👍🏻 ainda mais que vc tem sangue húngaro! Torna a viagem ainda mais interessante!
      Quanto à Sérvia ainda não fomos, mas está na nossa lista 😉
      Obrigada pela visita ao blog!

  • Norma

    Gostei muito das dicas parabéns! Bem desenvolvidas. Vamos ficar 3 dias entre 21 a 23 de outubro, Vamos pegar carro para passar por varias cidades e três países. Você aconselha pegar o carro no primeiro dia de viagem ou no ultimo dia, é possível estacionar com segurança em Budapeste nos locais turísticos?! E, você acha roubada ir nos termais nesta época de frio?

    • Erika Autor do post

      Oi Norma, quanto ao carro, acho que é tranquilo dirigir, mas a parte mais turística de Budapeste é mais fácil se explorada a pé ou com os bondes e metrô. Pegaria o carro somente para seguir viagem para o destino seguinte, no último dia. As termas acho que não tem contra-indicação, independentemente da época do ano. Boa viagem!

  • Juliana

    Olá! Vc acha necessário comprar ingressos para as atrações de Budapeste com antecedência? Detesto perder tempo em filas, mas não achei no site oficial do Castelo de Buda o link para comprar os ingressos. Ano passado perdi horas preciosas em Madri ficando na fila do Palácio Real e do Museu do Prado…não quero repetir esse erro. Minha viagem é em maio.

    • Erika Autor do post

      Oi Juliana, compramos o tour do Parlamento pela internet para escolher idioma do tour, dia e horário. No dia, contudo, havia filas pequenas, e disponibilidade variada de horários. O castelo de Buda visitamos por fora apenas, mas mesmo assim não havia filas para visitá-lo. Budapeste ainda não é tão cheia quanto outras cidades da Europa, talvez por isso não tenha visto filas. Ah e fomos na mesma época que você, mês de maio. Boa viagem!

  • Mariana

    Parabéns pelas dicas, roteiro muito explicativo. Gostaria que você falasse sobre a moeda local, se vale a pena trocar a moeda local e se realmente é uma forma de economizar, já que para comprar ingressos com antecedência é possível somente em euro. Ouvi relatos de pessoas que não trocaram a moeda e se arrependeram depois. Novamente, parabéns pelo blog! 🙂

    • Erika Autor do post

      Oi Mariana, usamos o cartão para praticamente tudo, desde pagar o hotel até comprar o ingresso antecipado para visita ao Parlamento. Trocamos um pouco de dinheiro sim para comprar tickets de transporte público e usar em um outro restaurante que ficássemos desconfiados ou inseguros de passar o cartão, mas foi isso. Acho que vale a pena trocar um pouco, mas para economizar mesmo, compre tudo que puder pela internet, com antecedência!

  • JOAO ROBERTO

    OLA, EXCELENTE POST. ACONTECEU A MESMÍSSIMA COISA COMIGO E MINHA FAMÍLIA QUANDO ESTÁVAMOS EM BUDAPESTE. EU TINHA VÁRIOS TÍCKETES E FUI ABORDADO PELO FISCAL ANTES QUE TIVESSE CHANCE DE PEGA-LOS E VALIDÁ-LOS. ELA, A FISCAL, ESTAVA ESCONDIDA PRA DAR O BOTE EM ALGUM TURISTA DESAVISADO.

    • Erika Autor do post

      Oi João, coisa chata isso viu!? Adorei a cidade mas toda vez que lembro de Budapeste lembro também desse episódio! Infelizmente são pessoas de má fé que acabam prejudicando os turistas na cidade… espero que isso mude algum dia! Obrigada pelo seu depoimento!

  • Franciele

    Olá, adorei as dicas, mas fiquei bem chocada com a historia do metrô… qdo eu for pra comprar o ticket como faço pra validar? É dentro do trem que faço isso? Ja entro com ele na mao p agilizar?? Me dê a dica entao ehehe..obrigada

    • Erika Autor do post

      Oi Franciele! Passamos um sufoco e muita raiva! Mas a nosa dica e sugestão é que já fique com o ticket em mãos e faça a validação assim que entrar nos bondes.
      No metrô é tranquilo porque o validador fica na plataforma, então você passa o ticket para validar antes de entrar no trem.
      Boa viagem!