Guia completo do Vaticano: como visitar, o que ver e fazer 18



Vou contar aqui todos os detalhes de como foi nosso passeio de 1 dia ao Vaticano, mostrando as principais atrações a visitar, como chegar, o que ver e fazer e como comprar os ingressos online para visitação da Capela Sistina e Museu do Vaticano (evitando as enormes filas da entrada), como é a Igreja de São Pedro por dentro e como subir em sua cúpula, e muitas outras dicas para você organizar a sua visita e aproveitá-la ao máximo.

Vaticano: Praça de São Pedro

Vaticano: Praça de São Pedro

O que ver e fazer no Vaticano

O Vaticano é o menor país do mundo: tem pouco mais de 800 habitantes! Mas apesar de minúsculo, há muito o que ver e fazer por lá. Montamos um roteiro para 1 dia de passeio, dividido em duas partes:

  1. Visitação do Museu do Vaticano, incluindo a Capela Sistina;
  2. Visitação da Praça e Basílica de São Pedro, incluindo subida à cúpula.

1) Visita à Capela Sistina e Museu do Vaticano

Quando chegamos ao Vaticano, a primeira coisa que fizemos foi visitar o Museu e Capela Sistina. Somente depois fomos visitar a Basílica de São Pedro. Escolhemos esta ordem por causa da Capela Sistina, que é uma das atrações turísticas mais disputadas no Vaticano, e além disso, fica dentro do Museu. Ou seja, para visitar a Capela Sistina você deve obrigatoriamente comprar um bilhete para entrada no Museu do Vaticano – e detalhe, vai ter que andar o museu inteiro, porque a Capela sistina fica no final da visitação, veja a localização aqui.

Comecemos pelo Museu do Vaticano. Na primeira ala vimos uma coleção de obras do Egito antigo, com sarcófagos, máscaras funerárias, todos objetos datados em mais de 2.000 anos!

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Na ala seguinte, um corredor enorme com tapeçarias antigas, todas muito bonitas e super detalhadas:

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Mais a frente, outra ala, agora com mapas antigos:

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O teto é tão bonito que rouba a atenção…

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E finalmente, ao final desse longo corredor, chegamos à Capela Sistina. As fotos são proibidas no interior da capela, mesmo sem flash – o que achei um pouco de exagero –  o que não pode é turista sem noção que tira foto com flash, pois estraga a pintura, mas sem flash a máquina fotográfica é apenas mais um “olho” a admirar a cena. Nós tiramos duas fotos bem rapidinho (sem flash!) para trazer de lembrança:

Vaticano: Capela Sistina

O teto da Capela Sistina foi pintado por Michelangelo, de 1508 a 1512, quando tinha 33 anos de idade. Repare no teto a super famosa cena da Criação de Adão, onde Deus e Adão esticam seus braços e se tocam através do dedo indicador:

Vaticano: teto e altar da Capela Sistina, pintados por Michelangelo

O altar (parede em baixo e à esquerda na foto) também foi pintado por Michelangelo, mas bem mais velho, entre 1536 e 1541, quando tinha 61 anos de idade. A cena é o Juízo Final: do lado esquerdo estão as almas que sobem ao céu, e do lado direito as que vão para o inferno. No Centro, repare na figura de uma pessoa com a pele meio “escorrida”: esse aí é Michelangelo, que pintou a si mesmo neste mural! Se quiser ver a pintura completa em alta definição, clique aqui.

Vale muito a pena a visita à Capela Sistina, não deixe de visitar!

Continuando a visita pelo Museu do Vaticano, passamos para uma ala com relíquias religiosas, super bem trabalhadas, essas aí em formato de cruz:

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O reliquiário à direita é do século VI, originário da Palestina/Síria: cada parte do “crucifixo” retrata um rito cristão: em baixo, o batismo no rio Jordão, no centro a morte e ressureição.

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O belo brasão do Vaticano, duas chaves e a “coroa” do papa:

 brasão do Vaticano, duas chaves e a “coroa” do papa

Novamente destaque para teto dos corredores do museu, sempre  roubando a cena:

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Outra ala com objetos da cultura Tolteca / Azteca:

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Cultura greco–romana (tem de tudo nesse museu):

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A última ala – coleções de moedas:

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Moedinhas com o papa João Paulo II:

Moedinhas com o papa João Paulo II:

E finalmente chegamos na famosa escada em espiral do Museu do Vaticano – é por aí a saída do museu.

famosa escada em espiral do Museu do Vaticano

Daí, voltamos para a rua e seguimos rumo a Praça e Basílica de São Pedro, para a segunda parte de nosso roteiro.

2) Visita à Praça e Basílica de São Pedro

A primeira igreja de São Pedro foi construída no século IV pelo imperador romano Constantino. Passados 1.000 anos desde sua construção, seu estado de conservação piorou muito, e o papado ordenou sua demolição e construção de uma nova Basílica, em estilo renascentista. O novo projeto foi refeito inúmeras vezes, sendo Michelangelo o principal responsável pelo formato da Basílica que vemos hoje.

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A entrada é gratuita, mas atenção para duas coisas:

  • Código de Vestimenta: não é permitido a entrada com camisetas regata ou que deixe os ombros a mostra, saias ou shorts curtos também são proibidos:

Roupa permitida

  • Fila do detector de metal: antes de entrar na basílica, terá que pegar essa fila aí da foto abaixo, e passar pelos detectores de metal, iguais aos de aeroportos. Afinal, você irá entrar na igreja mais poderosa do planeta… lá dentro há inúmeros objetos de valor, esculturas de artistas renascentistas, a Pietá de Michelangelo – que é protegida por um vidro a prova de balas (!), há também os restos mortais de inúmeros papas.

A Basílica de São Pedro fica aberta todos os dias, das 07:00 as 18:00, e de abril a setembro até as 19:00. Para mais informações, consulte o site oficial aqui.

Vaticano: fila para entrar na Basílica de São Pedro

Vaticano: fila para entrar na Basílica de São Pedro

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==> O interior da Basílica de São Pedro

Por dentro, está é uma das igrejas mais bonitas que já visitamos, para qualquer canto que você olhe irá encontrar uma obra de arte ou escultura. Construída na renascença, século XV, a Basílica é hoje Patrimônio Mundial da Unesco:

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Há obras de arte por toda a parte:

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Abaixo, o Baldaquino de São Pedro, feito em bronze entre 1624 e 1633 . Foi criado por Gian Lorenzo Bernini para ser um altar papal, e foi construído imediatamente sobre o túmulo do fundador da igreja católica, o apóstolo Pedro:

Vaticano: Altar papal ou Baldaquino de São Pedro

Uma curiosidade sobre sua construção: segundo o wikipedia, para conseguir bronze suficiente, o papa mandou retirar e derreter o metal do Panteão de Roma. Diante disso, os italianos disseram: “O que os bárbaros não conseguiram fazer, fizeram os Barberini”!

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O Domo da Basílica de São Pedro (onde subimos), visto de dentro da igreja:

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O altar:

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E uma das esculturas mais bonitas que eu já vi: a Pietá de Michelangelo, que fica logo na entrada da basílica:

Pietá de Michelangeno na Basílica de São Pedro

Para mapa completo com o nome e localização de todos os atrativos turísticos no interior da Basílica de São Pedro clique aqui.

==> Subida à cúpula da Basílica

Apesar da visitação do interior da basílica de São Pedro ser gratuita, para subir na cúpula é necessário pagar: 5 euros para subir todos os 551 degraus a pé, e 7 euros para subir parte de elevador e os restantes 320 degraus a pé. As datas e horários de funcionamento você encontra na imagem abaixo:

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O lugar para onde estávamos indo era esse aqui (consegue ver as pessoas lá no alto ?):

Cúpula da Basílica de São Pedro, no Vaticano

Resolvemos subir tudo a pé mesmo – acredita que tinha fila para o elevador?!  Depois dos 551 degraus… ufa!! chegamos:

Dentro da cúpula da Basílica de São Pedro, no Vaticano

Valeu o esforço! Essa é uma das igrejas mais bonita que já visitamos:

Dentro da cúpula da Basílica de São Pedro, no Vaticano

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E a vista da parte externa, do topo da cúpula:

O museu do Vaticano:

Museu do Vaticano

A cidade de Roma:

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O Palácio do Governatorato, onde fica o poder executivo do estado do Vaticano:

Palácio do Governatorato, no Vaticano

E a vista clássica da Praça de São Pedro, vista da cúpula da Basílica:

Vista clássica da Praça de São Pedro, vista da cúpula da Basílica - Vaticano

==> A Praça de São Pedro

Na praça de São Pedro são geralmente celebradas, às quartas feiras, as General Audiences, onde o Papa faz uma aparição pública, dá beijo em algumas criancinhas, e abençoa o público – se tiver interesse, explico mais a frente como conseguir um ticket para este evento. Mas 2.000 anos atrás, algo totalmente distinto acontecia neste local:

Obelisco do Circo de Nero na Praça de São Pedro, no Vaticano

Repare no obelisco acima, é Egípcio , foi fabricado para a cidade de Heliópolis (a cidade do sol), no delta do Nilo, em um período antes de Cristo. No século I foi levado para Roma por Calígula e instalado em um circo, posteriormente batizado de Circo de Nero, hoje soterrado pelo Vaticano. Neste circo ocorriam execução de cristãos e jogos de vida ou morte com gladiadores – lembram da política do Pão e Circo ? No filme “Gladiador” (2000) aparecem algumas cenas em circos menores como este de Nero.

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[O Circo de Nero – Fonte: Wikipedia]

Mas tem mais: Nero, Imperador Romano entre 54 à 68 DC, foi um implacável perseguidor dos cristãos. Por conta disso, Pedro foi crucificado nesta arena, de cabeça para baixo. Como a lei romana determinava que os mortos fossem enterrados fora dos limites da cidade, ao longo das estradas, a tumba de Pedro foi construída por aí mesmo, nesta colina, ao longo da Via Cornéia.  E foi por isso que Constantino, no século III, escolheu este lugar levantar a igreja de São Pedro: ela foi erguida sobre o cemitério da via Cornélia, exatamente sobre tumba de Pedro! Ah, mais um detalhe: o nome dessa colina era Vaticanus – daí a origem da palavra!

Escavações recentes, realizadas em meados do século passado, encontraram um conjunto de catacumbas sob a catedral de São Pedro. E adivinha? são as catacumbas da via Cornélia – veja o mapa aqui.  então, em 1950 o Papa Pio XII anuncia que a tumba de São Pedro foi finalmente “encontrada”, e em 1968 o Papa Paulo VI confirma que os restos mortais eram de fato do apóstolo Pedro. Verdade ou não, hoje a tumba atribuída a Pedro fica imediatamente abaixo do Baldaquino de Bernini. O Vaticano denomina estas catacumbas de Necrópolis. Para quem quiser, é possível visitá-las – o assunto do próximo tópico.

3) Visita à Necropolis

A Necropolis do Vaticano é um conjunto de tumbas, uma espécie de cemitério onde os romanos enterravam seus corpos há 2.000 anos. Curiosamente, a imensa maioria dessas tumbas são pagãs e não cristãs – lembrar que Roma nesta época era um império pagão, e a prática de religiões era punida com pena de morte – Jesus e Pedro que o digam!

Para chegar até elas é preciso descer, ficam em baixo do piso do Vaticano. Na imagem abaixo, é o andar destacado em azul (em vermelho são as Grutas do Vaticano, onde estão enterrados os papas). O número [1] indica a localização do túmulo de São Pedro, logo abaixo do Baldaquino:

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[ Informações mas detalhadas sobre a Necropolis você encontra neste site aqui: Culturaltravelguide.com ]

Para visitá-las, é preciso:

  • conseguir uma autorização no escritório de escavação “Fabbrica di San Pietro” (por fax ou pessoalmente – detalhes aqui);
  • pagar uma taxa de 13 euros por pessoa (para preço atualizado consulte o site oficial);

Há um limite de 250 pessoas por dia, em grupos de 12 pessoas, sempre acompanhadas por um guia. A visita tem duração de 1,5 horas. Mais informações você consegue diretamente no site oficial do escritório de escavação clicando aqui. Devido a toda essa burocracia, nós não visitamos. Para quem tiver curiosidade,  também é possível fazer uma visita virtual a Necropolis no próprio site do Vaticano clicando aqui.

4) Visita às Grutas (Vatican Grottoes)

Este é o lugar onde estão os túmulos de dezenas de Papas da Igreja (andar destacado em vermelho na imagem acima). O principal, como dissemos, é o de São Pedro, primeiro Papa e fundador da Igreja Católica. A visita é gratuita e o acesso às Grutas fica logo na entrada da Basílica, à direita – veja a localização exata neste mapa aqui, no número (9).

Dica 1: se for visitar as Grutas, deixe como a última coisa que vá fazer dentro da Basílica, pois uma vez lá em baixo, a única saída é para a rua, fora da igreja.

Dica 2: Para quem procura o túmulo do Papa João Paulo II, saiba que ele foi transferido das Grutas para a Capela de St. Sebastian, que fica no corredor do lado direito da Basílica, logo depois da Pietá de Michelangelo. Há uma placa com os dizeres: “BEATVS IOANNES PAVLVS PP. II”. Há inclusive uma webcam no local, dá para ver ao vivo clicando aqui.

Com isso, termino as dicas do que ver e fazer dentro da Basílica de São Pedro. Agora, vamos a algumas dicas práticas, para você organizar sua visita ao vaticano sem perrengues e com o mínimo de filas:

Como comprar o ingresso para Capela Sistina e Museu do Vaticano

Para visitar a Capela Sistina é necessário comprar um bilhete de visitação do Museu do Vaticano. A entrada é livre no último domingo de cada mês (e em alguns dias específicos do ano), nos demais dias custa 16 euros por adulto. O ingresso pode ser adquirido online (nesta opção há uma acréscimo de 4 euros) ou comprado direto nos guichês de venda do Museu do Vaticano. Consulte o site oficial para mais informações.

Se você optar pela compra dos bilhetes nos guichês, terá que enfrentar uma fila. Nós recomendamos fortemente que você não faça isso, porque esse fila costuma ser quilométrica!!! No dia em que fomos, a fila era tão grande que não coube na foto, continuava e dava a volta no quarteirão murado do Vaticano:

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Portanto, dica super importante: compre seu ingresso online para não pegar essa fila!!

Se você comprar o bilhete online, como nós fizemos, é só imprimir o voucher e levá-lo no dia da visitação, junto com um documento de identidade. Não pegue a fila e siga direto para os caixas – mostre seu voucher online impresso com o código de barras (ou na tela do seu smartphone) para os funcionários, que te deixam entrar. Você vai chegar nessa salinha aí para trocar seu voucher pelo bilhete de ingresso no Museu:

Como comprar o ingresso para Capela Sistina e Museu do Vaticano

Abaixo, o nosso voucher e o bilhete de ingresso:

Como comprar o ingresso para Capela Sistina e Museu do Vaticano

==> Como comprar online o bilhete para visitar a Capela Sistina e Museu do Vaticano

Para facilitar sua vida, fizemos esse passo a passo, capturando todas as telas do site. Comece acessando o site oficial do Museu do Vaticano clicando aqui.

  • Escolha “Admission Tickets”:

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  • Depois clique em “Vatican Museums and Sistina Chapel” e escolha a data da visitação:

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  • Depois o dia da visitação:

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  • Depois o horário para visitar a Capela Sistina:

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  • O preço para duas pessoas:

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  • Vai terminar nessa tela:

3.voucher number

Imprima o Voucher e o apresente, como nós, na entrada do Museu do Vaticano. E não se esqueça de levar um documento de identificação.

Como ver o Papa no Vaticano

Quer ver o Papa? então a primeira coisa a fazer é saber se ele está em Roma: consulte a programação oficial do Vaticano aqui. Quando em Roma, ele costuma participar de dois grandes eventos públicos por semana no Vaticano: as missas papais (Pope Mass), geralmente aos domingos,  e as audiências públicas (General audiences), geralmente as quartas feiras, às 10:30h. A entrada é gratuita, mas, para conseguir um bom lugar, terá que chegar muito, mas muito antes. Além disso, é necessário um bilhete de admissão, que você consegue no Vaticano com 1 a 3 dias de antecedência, direto no portão Bronze da Basílica de São Pedro – esse aí da foto abaixo. Peça seu bilhete de entrada aos “guardas suiços” do Vaticano, esse com uniforme todo colorido:

Onde pegar os ingressos/tickets/bilhetes gratúitos para ver o Papa no Vaticano

Também é possível solicitar o bilhete de entrada com mais antecedência enviando uma requisição para o Vaticano. Para obter o formulário de requisição de bilhete para a Missa Papal ou Aparições Públicas do Papa, clique aqui. Eventos mais disputados como a missa da Páscoa ou Natal também exigem o preenchimento deste formulário.

Uma terceira opção são as aparições do Papa no evento chamado “Angelus”. Ele aparece na janela de um apartamento no Vaticano, aos domingos, por volta do meio dia. Faz então uma breve oração e abençoa o povo da janela. Dura por volta de 15 a 20 min e não requer ticket.

Para informações mais detalhadas sobre estes eventos, consulte o site oficial do Vaticano.

Em que dia da semana devo visitar o Vaticano?

Se o objetivo de sua visita for igual ao nosso, de apenas visitar as atrações turísticas do Vaticano (e não ver o Papa), evite os domingos e quartas feiras – geralmente os dias das aparições públicas papais.

Agora, se seu principal objetivo é ver o Papa, então vá em um Domingo ou Quarta feira, mas antes confirme no calendário oficial aqui.

Como Chegar?

Dá para ir de Metrô ao Vaticano, opção que testamos e aprovamos, é bem fácil. Pegue a “linha A”, veja o mapa aqui, em direção a Batistini, e desça na estação Ottaviano. Depois, são apenas mais 500 metros a pé até a entrada do Museu do Vaticano. Depois, para seguir até a entrada da Basílica de São Pedro, são mais 1 km de caminhada, seguindo por fora da muralha do do Vaticano (não dá para ir por dentro). Veja o mapa a seguir.

Dica: não custa lembrar, no metrô ou em qualquer lugar com aglomeração de pessoas, cuidado com os “pickpockets”, os batedores de carteira. A gente costuma achar que isso só acontece com os outros… mas a nossa desatenção é um convite ao bandido.  Preste muita atenção aos seus pertences, documentos, celular, carteira, bolsas, mochilas, deixe-os sempre a vista.

Mapa das Atrações Turísticas citadas neste post

 

Bom, é isso aí, vou ficando por aqui. Espero que com esta matéria você tenha uma ideia melhor de como é a visita ao Vaticano.

E você, vai para Roma ? Veja todas as nossas dicas de passeios e matérias clicando aqui.

Até a próxima Trip!!


 

 

 

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